quinta-feira, junho 16, 2005

Crónicas de Madrid II

Estou numa sala com cerca de 60 pessoas. Todas estão a utilizar o seu computador, ligadas à 'Net' em 'Alta Velocidade'. Como estou dois ou três segundos à espera que cada página apareça, deve ser mesmo ligação de alto débito. Pertence ao Município de Madrid, que assim disponibiliza 1h de acesso gratuito a quem quiser. O cronómetro do meu computador diz que ainda tenho 47 minutos. Contam-me que há mais centros destes espalhados pela cidade. Assim se faz, em Madrid, a divulgação das novas tecnologias.
Ontem estive no Cleópatra. Julgo (eu e os brasileiros) que a empregada é de origem egípcia. Talvez mesmo descendente da célebre Cleópatra ... pronto ... está bem, o nariz não é muito grande, mas isso, para o caso, pouco importa. Pedimos (sim, eu e os brasileiros) uma série de coisas cujo nome não consigo reproduzir. Sei que uma delas é uma espécie de pasta, fresca, feita de alho e beringelas desfeitos e misturados com azeite. Come-se com pão árabe. Foram, se me recordo bem, quatro rodadas de canecas de cerveja. Sim, isso mesmo: 2 litros a cada. Mais um borrego, servido às lascas, com um molho de qualquer coisa. E presunto entremeado com uma coisa que não sei o que é mas que é simplesmente excepcional. Como é boa a noite em Madrid. Ah! E a rua tem esplanadas destas de uma ponta à outra. Viemos para o Hotel perto da uma, que hoje havia mais trabalho. As esplanadas lá ficaram. Cheias.
Àmanhã vou voltar ao Thyssen. Tem que ser. Há coisas que quero voltar a ver. E no Sábado conto ir ao Prado.
E hoje, meus amigos, vou curtir que nem um maluco, que o fim de semana aqui dos gajos começa hoje e eu não quero perder pitada. Nem gajas! Ou Chicas! Ou lá o que é!
AR
(Afinal o teclado espanhol também tem til)

Comments:
Babaganouch
 
Babaganouch para ti também. Seja isso o que for.
LR
 
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