terça-feira, outubro 04, 2005
Soma e segue
El País muda correspondente em Portugal
O diário espanhol El País substituiu a correspondente em Portugal, a free-lance Margarida Pinto, por Miguel Mora, jornalista do quadro. A nova prioridade do jornal é que "a imagem de Portugal em Espanha deixe de ser inexistente ou catastrófica, que não tenha de ser apenas a má notícia", disse Miguel Mora ao PÚBLICO. "Nem tudo são incêndios e pederastia", disse. Aos 41 anos, este profissional, que trabalhava há nove anos na secção de cultura, vai "mostrar mais aspectos positivos de Portugal, de âmbito cultural ou político". O novo correspondente considera que a falta de atenção é uma dívida histórica de Espanha para com Portugal. "Estamos mais habituados a olhar em direcção a França." Margarida Pinto, 31 anos, iniciou funções no começo de 2003 e vários dos seus artigos foram amplamente citados em Portugal por relatarem o estado de crise que o país tem vivido. P.M.M. (Publico, conteúdo pago).
Coincidências como esta somam e seguem (João Van Zeller administrador da TVI, Artur Portela presidente da AACS) desde que a PRISA, proprietária do El Pais, conotada politicamente com o PSOE, anunciou a compra da TVI com o beneplácito do governo de Sócrates.
A Margarida é uma excelente jornalista, mas a minha opinião torna-se subjectiva porque sou amiga dela. Para quem acha que a imagem de Portugal em Espanha era inexistente pode julgar a partir de aqui, aqui ou aqui. Ou lembrar-se que o famoso artigo dos primeiros 100 dias do governo de Santana Lopes, que deu origam a um debate na SIC Notícias, é dela. Talvez o que não querem transmitir é que a imagem de portugal passa mais por aqui e prefiram antes uma versão mais delicodoce, onde aspectos positivos de âmbito cultural ou político possam ser devidamente formatados.
Sofia
O diário espanhol El País substituiu a correspondente em Portugal, a free-lance Margarida Pinto, por Miguel Mora, jornalista do quadro. A nova prioridade do jornal é que "a imagem de Portugal em Espanha deixe de ser inexistente ou catastrófica, que não tenha de ser apenas a má notícia", disse Miguel Mora ao PÚBLICO. "Nem tudo são incêndios e pederastia", disse. Aos 41 anos, este profissional, que trabalhava há nove anos na secção de cultura, vai "mostrar mais aspectos positivos de Portugal, de âmbito cultural ou político". O novo correspondente considera que a falta de atenção é uma dívida histórica de Espanha para com Portugal. "Estamos mais habituados a olhar em direcção a França." Margarida Pinto, 31 anos, iniciou funções no começo de 2003 e vários dos seus artigos foram amplamente citados em Portugal por relatarem o estado de crise que o país tem vivido. P.M.M. (Publico, conteúdo pago).
Coincidências como esta somam e seguem (João Van Zeller administrador da TVI, Artur Portela presidente da AACS) desde que a PRISA, proprietária do El Pais, conotada politicamente com o PSOE, anunciou a compra da TVI com o beneplácito do governo de Sócrates.
A Margarida é uma excelente jornalista, mas a minha opinião torna-se subjectiva porque sou amiga dela. Para quem acha que a imagem de Portugal em Espanha era inexistente pode julgar a partir de aqui, aqui ou aqui. Ou lembrar-se que o famoso artigo dos primeiros 100 dias do governo de Santana Lopes, que deu origam a um debate na SIC Notícias, é dela. Talvez o que não querem transmitir é que a imagem de portugal passa mais por aqui e prefiram antes uma versão mais delicodoce, onde aspectos positivos de âmbito cultural ou político possam ser devidamente formatados.
Sofia
Comments:
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Eu bem falo contra estes filhos da puta, mas ninguém me liga! Não digam agora que não avisei. E ainda há-de ser pior. Ainda nos hão-de querer despedir do nosso próprio blog!
AR
AR
Eu continuo com a minha "de Espanha nem bom vento nem bom casamento"." A OPA que lançaram sobre Portugal, com ajuda dos governos rosas (Guterres e Socrates), está mais do que à vista. O nosso aparelho produtivo é inexistente, as grandes empresas multinacionais têm espanhois a mandar em Portugal, como se este país fosse um simples região ibérica e os media espanhois tratam-nos com desdem, aliás, tratam-nos como tratam os marroquinos.
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